Expedição Fotográfica em Paraty | O Fiorde Tropical do Brasil
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Assista à expedição fotográfica ao Saco do Mamanguá, em Paraty, conhecido popularmente como o “fiorde tropical” do Brasil, com bastidores, planejamento e fotografia de paisagem.
Uma expedição fotográfica ao Saco do Mamanguá
Neste vídeo, levo você comigo por um dos cenários mais marcantes do litoral de Paraty, no Rio de Janeiro. A jornada reúne barco, trilha, ponte suspensa, momentos em família e a busca pela luz dourada no fim da tarde.
Mais do que mostrar o destino, compartilho o processo por trás das imagens: a preparação da saída, a leitura da luz, as escolhas de equipamento e as decisões que transformam uma paisagem em fotografia.
O que você encontra neste vídeo
- Bastidores reais de uma expedição fotográfica em Paraty.
- Deslocamentos de barco e por trilha até o Saco do Mamanguá.
- Planejamento para fotografar durante a luz dourada.
- Uso da Canon R5, Canon SL3, drone e filtros fotográficos.
- Momentos em família e as fotografias produzidas ao longo da experiência.
Fiorde tropical ou ria?
O Saco do Mamanguá é conhecido popularmente como “fiorde tropical” por sua aparência: um braço de mar com cerca de oito quilômetros, cercado por montanhas cobertas pela Mata Atlântica. Tecnicamente, porém, o Plano de Manejo da APA de Cairuçu, do ICMBio, classifica a formação como uma ria — uma reentrância estuarina que lembra um fiorde.
A região também abriga Mata Atlântica, manguezais e comunidades caiçaras que mantêm uma relação histórica com o mar, a pesca, o artesanato e o território. Conhecer essa paisagem é também reconhecer as pessoas e os modos de vida que fazem parte dela.
Como planejei as fotografias no Saco do Mamanguá
Antes do clique, observei o horário do pôr do sol, a direção da luz e a logística necessária para chegar aos pontos escolhidos. No campo, cada decisão — do enquadramento ao uso dos filtros — precisou acompanhar as mudanças da paisagem e o pouco tempo disponível durante a luz dourada.
O resultado mostra algo em que acredito profundamente: técnica e emoção não competem entre si. Quando o equipamento deixa de ser uma barreira, a fotografia se torna uma forma de estar presente, interpretar o lugar e transformar experiência em imagem.
Vídeo, fotografias e texto por Eduardo Mauri.
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É perceber. É permanecer. É habitar o instante.